A QUEBRA ou FÊNIX

Publicado: 24 de março de 2011 em Uncategorized

 Por Paula Possani

“Qualquer tempo é tempo

A hora mesma da morte

É hora de nascer.

Nenhum tempo é tempo

Bastante para a ciência

De ver, rever.

Tempo, contratempo

Anulam-se, mas o sonho

Resta, de viver.”

(Carlos Drummond de Andrade)

A QUEBRA ou FÊNIX  (sobre o primeiro encontro LUME e OPOVOEMPÉ juntos)

Quebram-se os padrões, dos tempos, dos horários, do ritmo de trabalho, da natureza do trabalho. Questiona-se os limites, do cansaço, da dedicação, do tamanho que podemos ter. Oferece-se a oportunidade de um mergulho.

Chacoalhão geral que possibilita o vasculhar de cantos obscuros, pouco antes iluminados, não tocados normalmente e abre-se pois a porta da descoberta de novos corpos, novos estados, novas potências, individual e coletivamente. Novas possibilidades de expressão e de um treinamento também pré-expressivo, embora incrivelmente expressivo!!!

Mas surge também a necessidade de entregar-se à perda. Do sentido já conhecido, dos lugares já habitados. Abandono. Morte. E imediatamente: Renascimento. Reconstrução.

Re-conhecer a si mesmo e aos companheiros. Apaixonar-se infinitas novas vezes pelas mesmas pessoas. Atualizar.

Paula Possani

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comentários
  1. Graziela Mantoanelli disse:

    Me sinto nova, reciclada. Coisas que foram, coisas que se mantiveram e mais do que tudo muito muito espaço… eu respiro!

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